Nasci em Fortaleza e, cedo, decidi o meu futuro. Como assim ?
Meu pai era oficial do exército e sempre foi muito rigoroso na educação dos filhos. Notas baixas significavam surra e muito castigo ( proibição de jogar bola, por exemplo, que era minha diversão predileta ). Aos 18 anos, passei no concurso para o DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas ), órgão federal, no cargo de Escriturário.
Como acalentava sonhos mais altos, fiz o concurso para o Banco da Amazonia, em Fortaleza. Disputando 10 vagas com 5 mil candidatos, logrei a 7ª colocação e fui chamado de imediato, sendo designado para assumir em Cuiabá-MT. Como banco federal, as vantagens eram grandes, com destaque para os 17 salários por ano.
Em Cuiabá, fiz vestibular na Universidade Federal e. . . fui aprovado para o curso de Ciências Contábeis. Só consegui fazer dois semestres, por ter sido transferido para Barra do Garças-MT, por promoção ( substituto do subgerente ).
Parei de estudar e segui carreira bancária. Fui gerente geral nas agências de Tocantinópolis-TO, Marabá-Pa, Imperatriz-Ma, Abaetetuba-Pa, Bacabal-Ma, Pinheiro-MA, e , finalmente, em Itaituba-Pa, onde cheguei em 1991 e me aposentei em 1995, como gerente geral.
Em 2018, fui incentivado a voltar aos estudos. Quando a FAI anunciou o Curso de Direito, não pensei duas vezes. Fiz o vestibular e passei no 10º lugar. Tive muitas dificuldades no primeiro semestre e quase cheguei à desistência. Mas, como poderia largar o curso, diante de tantos jovens me incentivando ?
Hoje, no IV semestre, as matérias estão fluindo melhor e espero ter saúde para chegar na reta final.
Sim, sou casado pela segunda vez, somando tudo, tenho 5 filhos, sou feliz pra caramba e bem resolvido financeiramente.
Que mais ? Apaixonado por leituras, jogos de futebol e cervejas...
Sim, amo escrever...
Meu pai era oficial do exército e sempre foi muito rigoroso na educação dos filhos. Notas baixas significavam surra e muito castigo ( proibição de jogar bola, por exemplo, que era minha diversão predileta ). Aos 18 anos, passei no concurso para o DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas ), órgão federal, no cargo de Escriturário.
Como acalentava sonhos mais altos, fiz o concurso para o Banco da Amazonia, em Fortaleza. Disputando 10 vagas com 5 mil candidatos, logrei a 7ª colocação e fui chamado de imediato, sendo designado para assumir em Cuiabá-MT. Como banco federal, as vantagens eram grandes, com destaque para os 17 salários por ano.
Em Cuiabá, fiz vestibular na Universidade Federal e. . . fui aprovado para o curso de Ciências Contábeis. Só consegui fazer dois semestres, por ter sido transferido para Barra do Garças-MT, por promoção ( substituto do subgerente ).
Parei de estudar e segui carreira bancária. Fui gerente geral nas agências de Tocantinópolis-TO, Marabá-Pa, Imperatriz-Ma, Abaetetuba-Pa, Bacabal-Ma, Pinheiro-MA, e , finalmente, em Itaituba-Pa, onde cheguei em 1991 e me aposentei em 1995, como gerente geral.
Em 2018, fui incentivado a voltar aos estudos. Quando a FAI anunciou o Curso de Direito, não pensei duas vezes. Fiz o vestibular e passei no 10º lugar. Tive muitas dificuldades no primeiro semestre e quase cheguei à desistência. Mas, como poderia largar o curso, diante de tantos jovens me incentivando ?
Hoje, no IV semestre, as matérias estão fluindo melhor e espero ter saúde para chegar na reta final.
Sim, sou casado pela segunda vez, somando tudo, tenho 5 filhos, sou feliz pra caramba e bem resolvido financeiramente.
Que mais ? Apaixonado por leituras, jogos de futebol e cervejas...
Sim, amo escrever...

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