Tenho lido muito sobre o assunto. Não há motivos para pânico ou para tomada de medidas esdrúxulas. A imprensa tem disseminada a ideia de que " sem prisão domiciliar ", não haverá vida lá fora. Essas noticias fantasiosas - e alguém tem interesse nisso - acabam provocando o caos, ou o estrangulamento da economia. O verdadeiro vírus, é o boato, é a disseminação do medo. A doença existe, mas não na escala dos boateiros ou dos " especialistas " de plantão. Devemos sim, ter o cuidado necessário, ficando longe de pessoas infectadas ou das que estiveram em áreas de risco . No mais e na verdade, ninguém entende dessa nova doença, nem mesmo os grandes cientistas. A cada dia, surgem novidades, desfazendo verdades do dia anterior. Só isso.
Ruas vazias, cidades desertas Todos em suas casas Aeroportos sem movimento Para começar meu texto, utilizo-me da música do Raul Seixas " O Dia em que a Terra Parou ", lançado pela gravadora WEA, em 1977: Essa noite eu tive um sonho De sonhador Maluco que sou, eu sonhei Com o dia em que a Terra parou Com o dia em que a Terra parou Foi assim No dia em que todas as pessoas Do planeta inteiro Resolveram que ninguém ia sair de casa Como que se fosse combinado em todo O planeta Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém O empregado não saiu pro seu trabalho Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão Pois sabia que o padeiro também não tava lá E o guarda não saiu para prender Pois sabia que o ladrão, também não tava lá E o ladrão não saiu para roubar Pois sabia que não ia ter onde gastar No dia em que a Terra parou (êê) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou ...

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