Uma candidata vereadora no municipio de Palmacia-Ce, obteve, nas eleições de 2004, zero voto. Isso mesmo, nenhum voto, nem o dela, pois votou no pai, que tambem era candidato. Pois não é que a danada agora vai assumir uma das vagas na Camara Municipal de Palmácia? Se Freud não explica, a engenharia politica explica. O titular da vaga foi cassado, o primeiro suplente não pode assumir e ela, agora na altura do campeonato, já deve estar saboreando as delicias do poder.Explicação: embora com zero voto, os votos da legenda lhe deram essa mamata... Já dizia meu bisavo que morreu com 120 anos, que na politica tudo é possivel. Não é que é mesmo?
Ruas vazias, cidades desertas Todos em suas casas Aeroportos sem movimento Para começar meu texto, utilizo-me da música do Raul Seixas " O Dia em que a Terra Parou ", lançado pela gravadora WEA, em 1977: Essa noite eu tive um sonho De sonhador Maluco que sou, eu sonhei Com o dia em que a Terra parou Com o dia em que a Terra parou Foi assim No dia em que todas as pessoas Do planeta inteiro Resolveram que ninguém ia sair de casa Como que se fosse combinado em todo O planeta Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém O empregado não saiu pro seu trabalho Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão Pois sabia que o padeiro também não tava lá E o guarda não saiu para prender Pois sabia que o ladrão, também não tava lá E o ladrão não saiu para roubar Pois sabia que não ia ter onde gastar No dia em que a Terra parou (êê) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou ...
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