A estratégia, inclusive, não chega a ser inovadora, pois a nomenclatura extravagante já é considerada quase uma característica do período eleitoral brasileiro. Não se sabe exatamente como os "apelidos" vieram parar nas urnas, mas o fato é que a cada ano eleitoral os candidatos se superam e parecem não ter limites ao escolher seus "nomes de guerra". Pelo menos se falta inovação no campo político, sobra imaginação no campo artístico... Os nomes exóticos podem não render votos, mas provocam gostosas gargalhadas...
Ruas vazias, cidades desertas Todos em suas casas Aeroportos sem movimento Para começar meu texto, utilizo-me da música do Raul Seixas " O Dia em que a Terra Parou ", lançado pela gravadora WEA, em 1977: Essa noite eu tive um sonho De sonhador Maluco que sou, eu sonhei Com o dia em que a Terra parou Com o dia em que a Terra parou Foi assim No dia em que todas as pessoas Do planeta inteiro Resolveram que ninguém ia sair de casa Como que se fosse combinado em todo O planeta Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém O empregado não saiu pro seu trabalho Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão Pois sabia que o padeiro também não tava lá E o guarda não saiu para prender Pois sabia que o ladrão, também não tava lá E o ladrão não saiu para roubar Pois sabia que não ia ter onde gastar No dia em que a Terra parou (êê) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou ...
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