A política nos apresenta novidades em todos instantes. Coligações, articulações, escândalos e outros comportamentos fazem parte do dia-a-dia da rotina política. Bacana é que nomes exóticos estão provocando gargalhadas nas campanhas políticas. Andei garimpando alguns nomes adotados por candidatos ao cargo de vereador: Hulk, Fofinha, Zé do "I", Valdo Sanduiche, Janu da Combi, Beleza, Álvaro Junior (o Beiço), Loirinho da Pizzaria, Lindomar Já Ouviu Falar, Pingo de Mel, Nego Osvaldo Bilisquete, Cabo Luiz Cadeado, Magal Saque Rápido, Zé Pereba, Vovô do Rock, Tomaz Rola Bosta, Baiquinha, Boboca, Colhega, Bibi de Neneca, Antonio Macaco, Zé Pastilha, Bebim., Luiz Cabeção, Boba, Lalau, Zé da Noite, O Doidão, Formiga Preta, Sopa, Bola, Prof. Dedé de Fulô, De Rato, Lobão, Carcará, Buda, Burrego, Nó Cego, Guri (irmão do Guaxinin), Vovô ( filho do Bode), Dagô do Forró, Zefa de Guida, Wilson de Padada e, para finalizar... Priquitinho.
Ruas vazias, cidades desertas Todos em suas casas Aeroportos sem movimento Para começar meu texto, utilizo-me da música do Raul Seixas " O Dia em que a Terra Parou ", lançado pela gravadora WEA, em 1977: Essa noite eu tive um sonho De sonhador Maluco que sou, eu sonhei Com o dia em que a Terra parou Com o dia em que a Terra parou Foi assim No dia em que todas as pessoas Do planeta inteiro Resolveram que ninguém ia sair de casa Como que se fosse combinado em todo O planeta Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém O empregado não saiu pro seu trabalho Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão Pois sabia que o padeiro também não tava lá E o guarda não saiu para prender Pois sabia que o ladrão, também não tava lá E o ladrão não saiu para roubar Pois sabia que não ia ter onde gastar No dia em que a Terra parou (êê) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou ...
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