Em Itaituba, o prefeito Roselito ao ser reeleito, mostrou conhecer muito bem essa estrada. Pisaram-lhe no pescoço, no fígado, na pleura, no baço, bateram-lhe forte e êle, em toda a campanha, manteve-se firme, incólume e, fingindo-se de morto, foi comendo pelas beiradas, simplesmente humilde, aguentando porrada sem revidar e... pimba, chegou lá derrotando os fortes caciques que queriam porque queriam tirar-lhe o poder, tal qual a fábula do Urubu e a Raposa, onde esta tentou por todas as maneiras tomar o pedaço de queijo daquele, alguem se lembra ?
Ruas vazias, cidades desertas Todos em suas casas Aeroportos sem movimento Para começar meu texto, utilizo-me da música do Raul Seixas " O Dia em que a Terra Parou ", lançado pela gravadora WEA, em 1977: Essa noite eu tive um sonho De sonhador Maluco que sou, eu sonhei Com o dia em que a Terra parou Com o dia em que a Terra parou Foi assim No dia em que todas as pessoas Do planeta inteiro Resolveram que ninguém ia sair de casa Como que se fosse combinado em todo O planeta Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém O empregado não saiu pro seu trabalho Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão Pois sabia que o padeiro também não tava lá E o guarda não saiu para prender Pois sabia que o ladrão, também não tava lá E o ladrão não saiu para roubar Pois sabia que não ia ter onde gastar No dia em que a Terra parou (êê) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou (ôô) No dia em que a Terra parou ...
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